O que é uma pirâmide de testes? Veja os passos para montar

O que você encontrará aqui:

A pirâmide de testes é uma forma de entender quais são os caminhos de testes desde os códigos mais básicos até a percepção final de um usuário no site. Ou seja, são alguns passos que devemos conferir para compreender se tudo está em ordem e que garantem uma boa experiência ao usuário.

Assim, podemos ter uma visão bem mais ampla a respeito e ir vendo cada item separadamente. Para você entender melhor sobre cada ponto dela, continue a leitura na Biti9 e compreenda as três divisões e o que se deve analisar em cada uma delas.

Pirâmide de testes: para que serve?

De modo geral, podemos definir a pirâmide de testes como um conceito na área de desenvolvimento de software que sugere a distribuição de diferentes tipos de testes em vários níveis, como uma pirâmide com base, meio e topo.

Essa estratégia é que a maioria dos testes esteja na base da pirâmide, como os testes unitários. Eles são mais rápidos, fáceis de manter e identificam problemas no nível mais granular. O segundo é uma parte mais complexa e testa a integração entre os códigos e páginas. Já o terceiro faz todo o caminho do usuário para conferir se há uma padronização de processos e se está tudo certo.

Como montar uma pirâmide de testes?

Para entender melhor, separamos as três partes da pirâmide e tudo o que você precisa saber a respeito delas. Confira:

1. Base da pirâmide de testes: testes de unidade

Nessa parte, há os códigos-base de um software, as funções mais básicas que o fazem rodar. É uma verificação inicial para entender se tudo está realmente funcionando, independentemente da sua interação com outro código.

Ou seja, ele vê unicamente aquela função específica, não se ela e a outra estão desempenhando adequadamente juntas. Essa é a base maior, porque, caso se tenha algo errado aqui, consequentemente terá nas demais.

Leia também: Tecnologia e redução de custos operacionais: uma parceria de sucesso!

2. Meio da pirâmide de testes: testes de integração

No meio da pirâmide, temos a parte dos testes de integração. É importante saber que, à medida que você sobe na pirâmide, os testes se tornam mais “lentos”, demandando mais tempo para serem analisados e compreender se eles estão trabalhando corretamente. Eles costumam ser mais complexos e propensos a envolver várias partes do sistema.

Por exemplo, em um aplicativo de compra que há o carrinho de compra, quando o usuário for finalizá-la, ele precisa ser direcionado para o pagamento. Caso essa função não esteja funcionando, a integração é falha. Com isso, o meio da pirâmide serve para conferir se todas essas integrações estão funcionais entre si e fazem sentido no seu resultado.

3. Topo da pirâmide de testes: testes de ponta a ponta

Por último, temos os testes de ponta a ponta. Esse é o momento no qual se verifica se os outros dois estão funcionando perfeitamente. Assim, é um modelo que entende todo o percurso que o usuário caminha, desde quando abrem o software até a última ação que precisa ser feita para concluir a sua intenção.

Geralmente, esse tipo de teste é feito com o E2E (end to end) no ambiente virtual e com o auxílio de um robô, uma integração de IA (inteligência artificial com robotização), que passa conferindo cada uma dessas funções. Ele é indispensável, porque consegue identificar pequenas falhas que podem passar pelos olhos humanos.

Esse tipo de teste é mais complexo e demanda bem mais tempo comparado aos outros. Afinal, passar por cada função e entender se ela está funcionando adequadamente é um processo complexo.

Automação de processos e o crescimento da sua empresa

Ao usar essa solução para fazer testes nos códigos, você estará implementando uma automação de processos internamente. Ou seja, será um novo mecanismo que facilitará totalmente o processamento dos códigos. Assim, não será preciso gastar todo o tempo dos colaboradores para conferirem e testarem cada um deles.

Ou seja, eles ficam responsáveis apenas por corrigir os erros e arrumar pequenas falhas detectadas pelo robô. Isso ajudará muito no dia a dia, permitirá um fluxo de demandas muito melhor e possibilitará o crescimento da empresa.

Para desenvolver uma solução ainda mais assertiva para o seu empreendimento, você pode ter a ajuda de parceiros que auxiliem a desenvolver ferramentas que façam sentido e entreguem o desempenho que o seu negócio merece.

Aqui no Biti9, fazemos soluções para processos manuais que demandam muito tempo no dia a dia da sua equipe de trabalho. Nossos viés é implementar uma cultura de produtividade e inovação sustentável. Entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas!

Portanto, a abordagem da pirâmide de testes ajuda a garantir que a maioria dos problemas seja identificado e corrigido, principalmente se ainda estiver nos estágios iniciais do desenvolvimento.

Além disso, testar em diferentes níveis fornece uma cobertura mais abrangente, garantindo que o software atenda tanto aos requisitos de baixo nível quanto aos de alto nível. Assim, quanto mais fazemos essas análises de possíveis falhas, mais responsivo o software se torna e melhor será a experiência do usuário.

Gostou do conteúdo e deseja compreender mais sobre novos métodos e funções para sistemas? Navegue mais pelo nosso blog e confira. Até a próxima leitura!

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Este conteúdo foi escrito por
Adalberto Cunha
Adalberto Cunha
Adalberto Cunha é o CRO (Chief Revenue Officer) da Biti9. Formado pela FECAP e Universidade Mackenzie, acumulou diversas experiências em sua carreira, incluindo grandes empresas como Banco Safra, BCS e IBM (International Business Machines Corporation). Em 2010, fundou uma filial da Yogolove e, posteriormente, também trabalhou na Natura. Em 2015, co-fundou a Biti9 em parceria com Martin Luther Candido e Silva e, desde então, tem como missão ajudar empresas a reduzir erros e custos e a proporcionar mais agilidade no backoffice, implementando automações para realizar as atividades repetitivas de forma otimizada, utilizando tecnologias de RPA (Robotic Process Automation), OCR (Optical Character Recognition) e IA Generativa (Inteligência Artificial).

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