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Nos últimos anos, a tecnologia trouxe uma transformação para a forma como lidamos com produtividade nas empresas: o foco em expansão deu lugar à busca por otimização e eliminar processos manuais e repetitivos se tornou uma vantagem competitiva.

O RPA é um dos grandes responsáveis por essa mudança. Você quer entender mais sobre o assunto e investir de vez na automação de processos? Então venha descobrir a resposta para 7 dúvidas sobre o assunto. Confira!

1. O que é, de fato, o RPA?

RPA é uma sigla para Robotic Process Automation, ou Automação de Processos Robóticos em português. A ideia desse conceito é utilizar um software “robô” pré-configurado para realizar tarefas automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana.

Com o avanço da tecnologia, esses robôs vêm se tornando cada vez mais capazes, não só para execução como também planejamento e tomada de decisões durante os processos, transformando essa ferramenta em um recurso útil, econômico e fundamental para o futuro do mercado.

2. O que deve ser automatizado?

Não existe uma fórmula ou regra sobre quais processos devem ser automatizados com o investimento em RPA. Tudo depende do tipo de negócio, da sua lógica de produtividade e dos resultados esperados.

No entanto, alguns pontos são universais. Você deve começar mapeando processos e tarefas que:

  • sejam repetitivos;
  • tenham um grande volume e frequência;
  • tenham baixo valor agregado ao ser humano na execução;
  • beneficiem-se da precisão;
  • não demandem um julgamento mais complexo ou criatividade em busca por soluções e tomadas de decisão.

Essas são aquelas ações dentro de qualquer negócio que podem mais facilmente ser automatizadas e que trazem de cara grandes benefícios, como a aceleração de processos e economia de tempo dos funcionários.

3. Como o RPA se diferencia de outros tipos de automação?

O RPA é uma abordagem mais direta à execução de processos automatizados. No caso, um software especializado nesse modelo tem como princípio imitar as atividades de um ser humano.

Isso torna a tecnologia mais simples, barata e eficiente no que ela se propõe: tirar dos colaboradores da empresa a responsabilidade por tarefas maçantes e repetitivas, que influenciam negativamente na produtividade a longo prazo — por exemplo, no aumento do estresse diário e a dificuldade de manter um nível de precisão 100% do tempo.

4. O acesso ao RPA diminui a necessidade de funcionários na empresa?

Muitos diretores e empresários têm essa dúvida sobre o RPA, mas a verdade é que a redução do número de funcionários não é o foco da tecnologia — embora possa ser utilizada como tal dependendo da necessidade e das características do negócio.

O objetivo principal do RPA é automatizar processos com um olhar para a economia de recursos, seja tempo, dinheiro, material ou outros. Isso diminui consideravelmente a carga de trabalho, mas nem sempre a empresa se beneficia mais reduzindo seu pessoal.

Isso porque, muitas vezes, ao tirar a atividade braçal do ser humano, o negócio cria um cenário positivo para florescer a criatividade e o pensamento estratégico.

Sem se preocupar com tarefas manuais e repetitivas, o funcionário consegue ter insights e pensar melhor em outras atividades dentro da empresa, que possam trazer outros benefícios para ela: novas oportunidades de negócio, novos métodos de fazer os processos e até novas formas de otimizar ainda mais seu próprio trabalho.

5. As pequenas e médias empresas também podem ser beneficiadas?

Não existe empreendimento que não se beneficie com RPA. Isso porque toda empresa de pequeno, médio e grande porte tem atividades que são repetitivas, que podem ser automatizadas e que não geram tanto valor agregado ao ser humano na execução.

Um cliente em um escritório de contabilidade, por exemplo, é suficiente para gerar várias ações que precisam ser executadas de forma sistemática e repetitiva, com confiabilidade na coleta e gerenciamento de dados.

Da mesma forma, uma empresa de médio ou grande porte, tem vários setores que precisam não só executar esses processos como integrá-los em um sistema automatizado.

Ou seja, o RPA é um processo escalável. A ideia é que você crie uma base lógica com a estrutura, prevendo seu uso e seus resultados, para que depois ela seja expandida conforme o seu negócio vá crescendo.

6. Quais os riscos de segurança trazidos pelo RPA?

Como toda tecnologia, o RPA naturalmente levanta dúvidas sobre a segurança de sua implementação e utilização no dia a dia. No caso, estamos falando especificamente de um ativo cada vez mais valioso para qualquer empresa: o gerenciamento e a proteção de dados.

Nesse sentido, o RPA surge com mais uma vantagem sobre o input humano: um software bem configurado não erra nem enxerga um potencial ganho ilícito.

O robô é treinado exclusivamente para copiar o dado e colar num outro sistema, coletar uma informação, preencher uma planilha do Excel e mandar para o presidente daquela empresa. O conteúdo daquele e-mail, daquelas informações analíticas, financeiras (enfim, todos os dados sensíveis) está livre de qualquer decisão ou julgamento moral.

O robô não vai poder fazer daquilo uma informação de que ele possa se aproveitar ou vender para o mercado porque ele não foi treinado para isso, não é capacitado para isso e não tem esse pensamento analítico.

O segundo ponto é que o robô tem os mesmos aspectos de um ser humano na auditoria. A segurança da informação consegue auditar exatamente os passos que o robô faz como se fosse um ser humano.

As pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre como criar o acesso do robô, como diferenciar o robô dentro das suas políticas de acesso. Mas a questão é até muito simples: da mesma forma que um ser humano, você dá o seu usuário e senha para ele. Em vez de chamar João da Fonseca, ele pode chamar Robô Fonseca.

Ou seja, suas políticas de uso continuam as mesmas, o monitoramento de produtividade é feito da mesma forma. A única diferença é que por trás daquelas tarefas há um código executando processos.

7. A empresa pode fazer esse processo sozinha?

É possível sim fazer a implementação de RPA por conta própria, mas não é o mais recomendado. Investir em tecnologia sem conhecimento especializado pode dificultar a definição de seu escopo e desperdiçando o seu investimento.

Por isso, contar com ajuda que entende do assunto é fundamental. Uma boa empresa no ramo não vai apenas oferecer a solução, mas levantar junto com você as suas necessidades e traçar um planejamento que se adeque perfeitamente aos seus objetivos.

Tendo esse cuidado e buscando o apoio certo, o RPA é uma solução para otimizar um negócio e torná-lo mais competitivo — iniciativas que ficarão cada vez mais importantes no futuro.

Agora que você já sabe as respostas para todas essas dúvidas, que tal entrar em contato conosco? Somos especializados em relacionar tecnologia de infraestrutura com soluções de negócio, principalmente na implementação prática de RPA para o seu sucesso!