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Como o RPA baseado em SaaS difere da solução local? Neste artigo vamos ajudar você a entender como aproveitar a tecnologia escolhendo o melhor modelo de implementação de RPA e como você pode começar a planejar o seu futuro.

Robotic Process Automation, ou RPA, é uma tendência do mercado corporativo, e para usar esse novo conceito de automação como vantagem competitiva, não dá para investir sem planejamento.

A ideia da automação de processos utilizando a robótica é incluir softwares e ferramentas no sistema (robôs) — capazes de transformar tarefas que antes eram manuais e repetitivas em fluxos automatizados, sem interferência humana.

O resultado disso é uma empresa mais ágil, com menos retrabalho e que permite a seus colaboradores uma gestão melhor de tempo e esforços, com papéis mais estratégicos para o sucesso do negócio.

Isso pode ser feito de duas maneiras: internamente (on-premises) ou em modelos de serviço (SaaS). Primeiramente, vamos falar do RPA no modelo on-premises.

Como é feita a implementação de RPA on-premises?

A implementação on-premises significa que a empresa terá em sua infraestrutura de sistemas as aplicações necessárias para automação de processos  — ou seja, investir em infraestrutura. Ela vai adquirir o hardware, o servidor (caso não tenha um disponível), um licenciamento, realizar o treinamento da equipe interna e a instalação do ambiente.

Quando uma instalação de RPA é feita dentro de casa, há um custo de servidor e de licenciamento da tecnologia, mais o treinamento da equipe, — o que representa um investimento considerável.

Esse modelo ainda exige planejamento da TI em conjunto com a diretoria do negócio, além de um tempo de implementação entre 4 e 6 meses — dependendo do tamanho da empresa.

Quem escolhe esse modelo busca ter mais controle sobre seus robôs, abrindo mão da agilidade de execução das estratégias necessárias.

Como é feita a solução de RPA como SaaS?

Muitas empresas preferem terceirizar essa automação para ter resultados potencializados em menos tempo. Esse é um método conhecido como RPA as a service.

Nesse modelo, não há necessidade de investimentos na infraestrutura da empresa, pois a solução foi contratada como serviço.

Nesse modelo há mais agilidade na entrega dos robôs, com um tempo de implementação entre 2 e 4 meses — dependendo do tamanho da empresa.

Quem escolhe esse modelo busca um retorno financeiro mais rápido — esse retorno é praticamente por processo.

Qual modelo escolher para a sua empresa?

Depois de entender a diferença dos dois modelos, você deve estar se perguntando qual deles é melhor?Como todo investimento em tecnologia, você já deve saber que não há uma resposta universal.

A vantagem do RPA on-premises é que ele é um ambiente que está dentro da empresa e pode ser controlado. Sendo assim, o conhecimento está todo dentro de casa e a equipe será treinada na empresa para executar os processos.

Por outro lado, há os custos de implementação e manutenção, além de responsabilidades da sua equipe interna de TI — envolvendo gastos de atualização constante da sua infraestrutura física.

Já o RPA como serviço tem como vantagem o apoio de uma empresa especializada, a facilidade e a agilidade da implementação, além de ser um serviço escalável.

Escolher o melhor modelo depende de uma série de fatores: a urgência da implementação de RPA, os retornos esperados, a necessidade de controle e customização, o tamanho da empresa, os seus objetivos futuros etc.

Nesse caso, uma consultoria pode ser uma boa ideia para ajudar você a escolher o melhor caminho.

É possível ter uma terceira via?

Não existe um intermediário entre os dois modelos, mas em alguns cenários a empresa pode optar por rodar as duas soluções no mesmo sistema.

Você pode ter processos muito críticos sendo executados on-premises e outros em cloud.

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